AÇÃO FORMATIVA – Nivelamento dos Dinamizadores

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Com as sedes mobiliadas e equipadas e com os dinamizadores e diretores escolhidos, chegou a hora do PEA-ObservAÇÃO promover uma Ação Formativa de Nivelamento dos Dinamizadores. Esse encontro ocorreu nos dias 28, 29 e 30 de março, no Hotel Ferradura Resort, em Búzios, para que questões sobre a atividade dos dinamizadores e a rotina dos OBA’s pudessem ser discutidas e encaminhadas.

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Participaram três integrantes de cada Observatórios – dentre eles os dois dinamizadores, o Gilberto Mendonça pela CGPEG/IBAMA, Bruna Rustichelli e Aline Almeida da HRT e consultores técnicos da SOMA. O encontro foi coordenado pela facilitadora Vivina Machado, com o apoio de Luiz Augusto Bronzatto, ambos daSOMA.

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O encontro começou com um bate papo, um saber como os membros contratados como dinamizadores dos OBA’s estão lidando com essa nova atribuição e o que esperam ver nessa Ação Formativa.

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Arley Cordeiro (OBA-Cabo Frio) diz que chega ansiosa. Que está ansiosa com essa nova etapa do PEA.

Dil Rosa (OBA-Araruama) diz se identificar com a Arley, estando ansiosa com a função de dinamizadora.

Rafaela França (OBA-Niterói) diz não ter chegado ansiosa, mas conta que passou por várias etapas na função de dinamizadora antes do curso ser realizado.

Renata Cabral (OBA-Rio das Ostras) diz que chega com uma curiosidade: como esse encontro está acontecendo somente agora – depois dos membros serem contratados como dinamizadores -, como cada grupo solucionou de sua maneira as suas dificuldades. Cada um deu o seu jeito, e esse é o momento de fazer essa troca de experiência.

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E ainda no turno da manhã diversos temas foram levantados que não estavam relacionados diretamente às atribuições dos dinamizadores, mas que precisavam ser expostos, elaborados para que em alguns casos encaminhamentos fossem feitos.

Ao longo do dia foram debatidos temas complexos como os pressupostos que envolvem o projeto e a autonomia dos OBA’s; alinhamento de informação HRT eSOMA; relação de confiança (verbalizado/registrado e combinado/realizado); parcerias, política pública a qual o PEA-ObservAÇÃO está inserido; capacitação dos novos membros; espaços para que as críticas e sugestões sejam registradas e a necessidade de mais participantes e membros. Enfim, uma ampla avaliação do PEA-ObservAÇÃO.

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Gilberto, também conhecido como Gil, em sua participação, informou que a CGPEGacompanha todos os projetos de compensação/mitigação da indústria de petróleo e gás da costa brasileira, quando possível in loco e a partir de relatórios: “Esse tipo de projeto é bastante novo: para o país, para a área ambiental do setor público, para as empresas e para a sociedade”.

Esclareceu as diferenças entre projetos vinculados ao licenciamento e os de responsabilidade social, e passou uma perspectiva histórica e contexto legal do licenciamento. “Devemos ter sempre em mente o objetivo e o objeto do PEA. Refletir e perguntar: monitorar o quê? Pra quê? Qual o caminho? Qual o objetivo?“

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Em seguida, teve a apresentação do Sr. Michel, da PRIME & LLONK (contabilidade, consultoria, auditoria), onde os participantes puderam esclarecer as suas dúvidas relacionadas a controles contábeis, financeiros e de RH.

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Para fechar o dia, Vivina pergunta ao grupo como estão saindo nesse primeiro dia:

“Bacana a abertura que vocês deram para o diálogo”- Thiago Jacob (OBA-Arraial do Cabo)

Muito feliz de todos os OBA’s já estarem oficializados – Ingrid Cerqueira (OBA-Rio das Ostras)

Muito bacana todo o conhecimento que nos trouxeram hoje. O volume de trabalho, os desafios…”- Felipe Faria (OBA-São João da Barra)

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No dia seguinte, as atividades continuaram com muitos pontos ainda a serem esclarecidos e dúvidas a serem tiradas.

Para Victor Morete, do OBA-Macaé, pode-se evidenciar que cada Observatório tem as suas especificidades e por isso compõe diferentes realidades, merecendo tratamentos diferentes, com maior poder de autonomia. Foi colocado que o projeto é dinâmico e está em processo de aprendizado e experimentação, onde todas as etapas e atividades contam com a participação dos Observatórios e seus membros.

Entre uma atividade e outra, Vivina convidou o grupo para danças, alongamentos e dinâmicas com toques corporais para que houvesse descontração, integração e melhor assimilação de todo conhecimento que estava sendo gerado naqueles três dias de Ação Formativa.

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À noite, um representante de cada Observatório foi ao evento do NEA-BC, com a finalidade de apresentar o PEA-ObservAÇÃO e os temas de monitoramento de cada associação – Observação, e conhecer as ações do projeto NEA-BC em cada município. Os participantes consideraram muito interessante o encontro, verificaram as possibilidades de articulação entre as ações do projeto.

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Para Fábio Nascimento (OBA-Niterói) “foi enriquecedor. Legal conhecer os dois projetos Território de Petróleo e Pescarte. São 10 municípios também, mas não os mesmo que os nossos. Muito válida a troca de experiência, perceber diferenças e semelhanças ao mesmo tempo”

Segundo Hosana Coelho (OBA-Arraial do Cabo) “os dois projetos tem tudo a ver com o nosso tema. Vamos trocar informações, troca de dados secundários”.

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No terceiro e último dia foi proposto aos grupos uma revisita às atividades dos dinamizadores e sugestões de encaminhamentos aos temas debatidos nesse encontro.

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A presença de representantes dos dez Observatórios e a participação de HRT eCGPEG/IBAMA enriqueceram as reflexões e contribuíram para o desdobramento de diversos encaminhamentos visando a melhoria das relações entre todos e a implementação das ações do projeto.

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Esta atividade foi importante para o fortalecimento dos Observatórios e seus membros, para que possam, cada vez mais, alcançar os objetivos da educação ambiental crítica no âmbito do licenciamento ambiental.


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